O esquema envolve empresas sediadas no Rio Grande do Norte que atuavam junto a administrações municipais de diversos estados.
Terça-feira, (27) de janeiro de 2026
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| Jair Bolsonaro posa para foto ao lado do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra. Foto: Reprodução |
Ao todo, a PF cumpre 35 mandados de busca e apreensão nas cidades de Mossoró, Natal, Paraú, São Miguel, Upanema, Serra do Mel, Pau dos Ferros e José da Penha. Segundo a PF, há indícios de irregularidades em contratos de fornecimento de insumos para a rede pública de saúde. O esquema envolve empresas sediadas no Rio Grande do Norte que atuavam junto a administrações municipais de diversos estados.
A operação tem como base auditorias da Controladoria-Geral da União (CGU), que apontaram falhas na execução contratual, com indícios de compra de materiais que não foram entregues, fornecimento inadequado de insumos e sobrepreço dos produtos. Os investigados poderão responder por crimes relacionados a desvios de recursos públicos e fraudes em contratações administrativas.
Prefeito de Mossoró
Em nota, a defesa de Alysson Bezerra afirmou que “não há qualquer fato que vincule pessoalmente o prefeito Allyson Bezerra” ao caso. “O cumprimento da medida cautelar decorre de decisão judicial proferida em fase investigativa, sem qualquer juízo de culpa, sendo importante destacar que o prefeito Allyson Bezerra não foi afastado de suas funções e não sofreu qualquer medida pessoal restritiva”, diz a defesa.
Allyson foi reeleito em 2024 com mais de 78% dos votos válidos e está no seu segundo mandato de prefeito de Mossoró. Ele é considerado pré-candidato ao governo do estado e está em todas as pesquisas realizadas no estado.
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