Cantor da banda Desejo de Menina foi preso no último domingo (1º) suspeito de homicídio culposo após um acidente que deixou uma mulher morta, em Pernambuco, no dia 5 de maio. Ele vai cumprir algumas medidas cautelares.
Terça-feira, (03) de junho de 2025
O cantor Lenno Ferreira, da banda Desejo de Menina, deixou a Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega, o presídio do Róger, em João Pessoa, nesta terça-feira (3). Ele foi preso em no último domingo (1º), suspeito de homicídio culposo após um acidente que deixou uma mulher morta, em Pernambuco, no dia 5 de maio. A Justiça de Pernambuco autorizou a soltura na noite desta segunda-feira (2).
A decisão de revogar a prisão preventiva e conceder liberdade provisória a Lenno Ferreira foi da Vara Única da Comarca de Santa Maria da Boa Vista, do Tribunal de Justiça de Pernambuco, e aconteceu mediante algumas medidas cautelares:
Fiança no valor de R$ 40 mil, a ser paga no prazo de 48 horas;
Suspensão da habilitação para dirigir veículo automotor;
Obrigação de manter atualizados, junto ao Cartório, o endereço residencial e os dados de contato telefônico.
Liberdade concedida após avaliação de novos fatos do acidente
A decisão é do juiz Tomás Cavalcanti Nunes Amorim, da Vara Única da Comarca de Santa Maria da Boa Vista, do TJPE, que acatou uma solicitação da defesa. Entre as justificativas da defesa, aceitas pela Justiça, está um laudo da Polícia Rodoviária Federal (PRF), emitido após a data do mandado de prisão, 7 de maio, que indicou que o cantor não apresentava sinais visíveis de embriaguez no momento do acidente, embora tenha se recusado a fazer o teste do bafômetro.
O laudo da PRF ainda destacou que um outro carro pode ter contribuído para o acidente ao realizar uma manobra proibida de deslocamento de faixa.
A decisão também destaca que Lenno "está disposto a colaborar com as investigações", fornecendo endereço residencial, dados de contato telefônico e agenda de compromissos profissionais.
A defesa do cantor comemorou a decisão e afirmou que "não havia mais fundamentos que justificassem a medida extrema, uma vez que Hênio não representava risco à ordem pública ou à instrução criminal".
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